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Frutas e Legumes

Oliveira quebra-vento


O que é a oliveira corta-vento


A oliveira de quebra-vento mais comum na Itália é representada pela cultivar Cipressino. O uso da oliveira como barreira contra quebra-vento é uma prática muito antiga, que consiste em usar fileiras dessa variedade para proteger um território geralmente livre de barreiras, contra danos causados ​​por ventos fortes. As áreas mais comumente afetadas são geralmente as planícies do campo, as áreas montanhosas que não podem usar as paredes rochosas como uma parede e os resorts marítimos. O cultivo deste tipo de planta não é realizado para uma função produtiva ou produtiva, de modo que também sejam utilizadas plantas mortas encostadas em paredes de metal ou madeira em função de suporte. Esta composição é posicionada lateralmente em relação à direção do vento para interceptar as rajadas. Para aumentar a eficácia protetora da estrutura natural, as plantas arbustivas são inseridas nas fileiras.

Cipressino é a cultivar mais usada na Itália como quebra-vento. Desenvolve-se principalmente na Sardenha, Sicília e Apúlia, áreas mais expostas a rajadas repentinas. O Gargano e o Salento, por exemplo, são áreas onde o vento sopra constantemente e em alta velocidade ao longo do ano. As barreiras naturais geradas pela oliveira tornam-se uma proteção necessária para que essas terras parem qualquer dano. Apúlia também parece ser a pátria da oliveira cipreste, cultivada pela primeira vez em 1960 no município de Pietrafitta di Palagiano. A única região que utiliza expressamente o cipressino para a produção de petróleo é a Sardenha, mas dados os excelentes resultados que a coleta garante todos os anos, até a Apúlia e a Sicília estão caminhando nessa direção. Essa inversão da tendência faz com que o cipreste seja uma oliveira obsoleta e impopular que quebra o vento.Olive windbreak: cipreste oliveira



A azeitona Cipressino mostra uma coroa grossa e vigorosa, cujas ramificações crescem para cima de maneira muito acentuada. Nesta cultivar, o crescimento ascendente é tão evidente que lembra um cipreste, a partir do qual o nome do quebra-vento de oliva de cipreste. Além disso, a folhagem se desenvolve muito rapidamente e é tão compacta que logo assume a função de uma barreira contra quebra de vento. Suas características botânicas também o tornam particularmente adequado para a colheita mecânica. Os botões se desenvolvem para baixo e a inflorescência sofre uma porcentagem entre 50 e 60% do aborto. Os frutos amadurecem entre novembro e dezembro, mas requerem o uso de cultivares polinizadoras para sua frutificação. Como todas as plantas pertencentes a esta espécie, é particularmente resistente a temperaturas frias, mas bastante delicada em relação a pragas e fungos.


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